A novíssima coleção
A coleção “Sentido dos Ventos” marca a estreia de Vitor Cunha na Casa de Criadores e nasce como um manifesto sensível sobre travessia, identidade e pertencimento. Inspirada no cotidiano dos pescadores que, ao amanhecer, lançam seus barcos ao mar guiados pelo vento e pela intuição, a coleção transforma o ato de zarpar em uma poderosa metáfora de autoconhecimento. Cada saída para o mar é também um retorno para dentro.

Simbolismo
O pescador surge como símbolo central dessa narrativa: figura de resistência silenciosa, coragem cotidiana e profunda conexão com o tempo e a natureza. Em sua jornada solitária, ele representa a busca por propósito, a escuta dos próprios limites e o reencontro com aquilo que é essencial. A coleção convida o espectador a navegar a própria travessia, aceitando incertezas e confiando no fluxo – tudo isso com estrema esperança!

Vitor & Cia.
A criação também reverencia o trabalho coletivo e a força da ancestralidade. Mais de 30 artesãs do Projeto Pro Bonfim, em parceria com a Tecidos Constâncio Vieira, assinam tapeçarias exclusivas que incorporam memória, textura e identidade aos looks. Cada ponto, cada trama, carrega histórias, mãos e saberes que atravessam gerações, reforçando a moda como território de encontro entre passado e presente.

A PALETA CROMÁTICA – Os tons neutros da partida evocam silêncio e expectativa; os azuis profundos representam a imensidão do mar e da existência e as cores mais densas traduzem o mergulho interior, o confronto e a transformação.






Leveza estruturada
Os materiais — algodão, denim e chiffon — dialogam entre leveza e estrutura com a ajuda da alfaiataria, criando peças que se movem com o corpo, o vento e o tempo. As texturas revelam contraste, enquanto as silhuetas equilibram rigor e fluidez, força e delicadeza.

Maturidade, autenticidade e visão
Para o talentoso designer, a nova coleção “Sentido dos Ventos” é um exercício de escuta: do mar, do fazer manual, da coletividade e de si mesmo. Uma coleção que não apenas veste, mas conduz — como o vento que não se vê, mas guia em direção a uma maturidade e autenticidade aparente e clara. Vitor Cunha, com um olhar fixo no futuro de sua marca e de suas raízes, prepara-se ainda com mais força e criatividade para 2026.





